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	<title>Hydrax &#187; Destaque</title>
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	<description>Saneamento de tubulações por método não-destrutivo</description>
	<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:07:44 +0000</pubDate>
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		<title>Brasil precisa de R$ 27,7 bi para continuar a ter água.</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Relatório da Agência Nacional de Águas (ANA) mostra que a demanda de água em regiões metropolitanas já é maior do que a produção atual do recurso. Serão necessários investimentos de R$ 27,7 bilhões para...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> </em></strong></p>
<ul>
<li><strong><em>Demanda em grandes cidades já é maior que produção</em></strong></li>
<li><strong><em>Relatório da ANA aponta futuro incerto sem investimentos</em></strong></li>
</ul>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Relatório da Agência Nacional de Águas (<a href="http://ana.gov.br/" target="_blank">ANA</a>) mostra que a demanda de água em regiões metropolitanas já é maior do que a produção atual do recurso. Serão necessários investimentos de R$ 27,7 bilhões para impedir um colapso no setor nos próximos 15 anos, quando as regiões metropolitanas estudadas terão um aumento de 25 milhões de habitantes. Esses R$ 27,7 bilhões, a título de comparação, representam um valor maior do que tudo o que o governo federal gastou neste ano de 2009 para conter os efeitos da crise financeira internacional. Os cortes de impostos em vários setores da economia custaram cerca de R$ 22 bilhões a R$ 23 bilhões para os cofres do Tesouro Nacional. O investimento necessário em produção, tratamento e fornecimento de águas é de R$ 12,024 bilhões, segundo a ANA. Para o tratamento de esgotos, a agência estima investimentos de R$ 15,699 bilhões. A soma desses dois valores resulta nos R$ 27,7 bilhões estimados pelo estudo –como pode ser comprovado no detalhamentos dos quadros apresentados ao final deste post. “As demandas urbanas atuais, em torno de 356 m3/s, são ligeiramente superiores à capacidade atual de produção de água (quase 352 m3/s), demonstrando que parte das unidades dos sistemas produtores opera em regime de sobrecarga ou de forma inadequada”, aponta o atlas sobre as regiões metropolitanas lançado pela ANA nesta quarta-feira (9.dez.2009). Para reverter o quadro no setor de águas e esgotos, a ANA sugere, além dos investimentos, a criação de um comitê gestor interministerial sobre o assunto. Abaixo, alguns dos pontos destacados pelo relatório, compilados pelo repórter <a href="http://twitter.com/pierobl" target="_blank">Piero Locatelli</a>: - As regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Campinas e do Rio de Janeiro requerem 46% do total de investimentos na região Sudeste. - A maioria das regiões metropolitanas apresenta algum grau de comprometimento da qualidade das águas dos mananciais. Porto Alegre (RS) é citada como exemplo pelo relatório. - Curitiba (PR), Goiânia (GO), Distrito Federal e Fortaleza (CE) necessitam de ações mais fortes de controle de poluição, pois buscam água em mananciais cada vez mais distantes da cidade. - A produção de água é concentrada no eixo Sul/Sudeste –dois terços dos sistemas produtores de água estão localizados nas duas regiões. - Belém (PA), Manaus (AM), Natal (RN) e Maceió (AL) têm diminuído sua capacidade de captar água subterrânea. Por isso, devem aumentar o aproveitamento de mananciais superficiais e ampliar os sistemas já existentes.</p>
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<p><img class="size-full wp-image-1606 alignnone" title="01" src="http://www.hydrax.com.br/wp-content/uploads/2009/12/011.jpg" alt="01" width="631" height="499" /></p>
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1607" title="02" src="http://www.hydrax.com.br/wp-content/uploads/2009/12/021.jpg" alt="02" width="660" height="658" /></p>
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1608" title="03" src="http://www.hydrax.com.br/wp-content/uploads/2009/12/031.jpg" alt="03" width="575" height="622" /></p>
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1610" title="04" src="http://www.hydrax.com.br/wp-content/uploads/2009/12/042.jpg" alt="04" width="632" height="691" /></p>
<p><em>Fonte: UOL NOTÍCIAS. BLOG</em></p>
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		<title>Funasa promove palestra sobre educação em saúde na Fitabes</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:36:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Funasa, em seu segundo dia de participação na VIII Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental (Fitabes), em Recife (PE), promoveu uma palestra sobre educação em saúde e saneamento ambiental, ministrada pelo coordenador de Educação em Saúde da presidência da Fundação, Onivaldo Coutinho.
“O objetivo principal desta palestra é sensibilizar os gestores municipais e técnicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1287" title="funasa_palestra" src="http://www.hydrax.com.br/wp-content/uploads/2009/11/funasa_palestra.jpg" alt="funasa_palestra" width="246" height="199" />A <strong>Funasa</strong>, em seu segundo dia de participação na VIII Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental (Fitabes), em Recife (PE), promoveu uma palestra sobre educação em saúde e saneamento ambiental, ministrada pelo coordenador de Educação em Saúde da presidência da Fundação, Onivaldo Coutinho.</p>
<p>“O objetivo principal desta palestra é sensibilizar os gestores municipais e técnicos em saneamento, no sentido de fortalecer a inclusão social da população durante as intervenções de saúde pública”, esclareceu o coordenador.</p>
<p>Segundo Onivaldo Coutinho, o maior desafio da instituição é trabalhar políticas públicas em áreas que historicamente estiveram marginalizadas da atenção dos gestores federais, estaduais e municipais. “O pensamento da <strong>Funasa</strong> não é construir por construir, é analisar se o impacto causado pelas intervenções (obras) é positivo e sustentável para a população”, observou.</p>
<p>O principal trabalho das equipes que atuam com educação em saúde é inserir a comunidade no processo de atuação das ações de saneamento, viabilizando, por meio desta mobilização, o controle social e a sustentabilidade dos sistemas implantados. “Para isso, precisamos refletir sobre a realidade dos atingidos, buscar soluções, agir para resolver ou solucionar problemas e, principalmente, pensar em tornar a obra durável e eficiente para a população”, acrescentou Onivaldo.</p>
<p>Em um breve debate, o coordenador foi questionado pelo palestrante do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), Paulo da Silva Capel, se a <strong>Funasa</strong> possui mecanismos que possam mensurar indicadores sociais de satisfação da população após a execução das obras de saneamento que a Fundação promove em municípios com até 50 mil habitantes. “É um grande desafio desenvolver indicadores que não são palpáveis ou numeráveis. Mas a Fundação trabalha com pesquisas e instrumentos que podem traduzir de forma antropológica a eficiência e a satisfação dos beneficiados. Com isso, buscamos indicadores tanto quantitativos como qualitativos”, respondeu Onivaldo Coutinho.</p>
<p>Ao final da palestra, foram sorteados alguns kits com publicações da Fundação, como manuais de saneamento, guias de conservação de água e roteiros para elaboração de projetos de obras.  A VIII Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental (Fitabes) faz parte da programação do 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que está sendo promovido na capital pernambucana pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). O evento, que tem a Fundação Nacional de Saúde como uma das entidades convidadas, vai até esta sexta-feira (25).</p>
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		<title>Secretaria Estadual habilita 98 projetos do Programa REÁGUA</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:27:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Saneamento e Energia divulga hoje em seu site (www.saneamento.sp.gov.br) e amanhã, em publicação no Diário Oficial do Estado, as 98 ações que foram habilitadas e hierarquizadas dentro dos critérios do Programa REÁGUA. Ao todo, foram 31 projetos focados em controles de perdas de água, dois em uso racional da água, cinco em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hydrax.com.br/wp-content/uploads/2009/05/reagua.jpg"><img class="size-full wp-image-443 alignleft" title="reagua" src="http://www.hydrax.com.br/wp-content/uploads/2009/05/reagua.jpg" alt="reagua" width="200" height="132" /></a>A Secretaria de Saneamento e Energia divulga hoje em seu site (www.saneamento.sp.gov.br) e amanhã, em publicação no Diário Oficial do Estado, as 98 ações que foram habilitadas e hierarquizadas dentro dos critérios do Programa REÁGUA. Ao todo, foram 31 projetos focados em controles de perdas de água, dois em uso racional da água, cinco em reúso e 60 em sistemas de coleta e tratamento de esgotos, sendo participantes 56 municípios das bacias hidrográficas do Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ); Alto Tietê; Tietê-Sorocaba; Sapucaí-Grande e Mogi-Guaçu.</p>
<p>O REÁGUA é um programa inovador, pois investirá com recursos do tesouro do Estado em projetos que definirão um novo paradigma na política estadual de gestão de recursos hídricos. Os recursos financeiros, que somam US$ 130 milhões financiados pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD e pelo governo estadual, apoiarão projetos em municípios das cinco bacias de maior escassez hídrica.<span id="more-442"></span></p>
<p>“A partir de agora, convidaremos cada município para apresentar o detalhamento técnico das ações pré-qualificadas de maneira que possamos fazer uma avaliação técnica, ambiental e econômico-financeira para a etapa final de seleção”, explica Marisa Guimarães, Coordenadora de Saneamento da Secretaria de Saneamento e Energia do estado de São Paulo.</p>
<p>No componente de perdas, habilitaram-se, nesta primeira fase, as cidades de Atibaia, Campinas, Indaiatuba, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Franca, Rio Claro, Nova Odessa, Santa Bárbara d&#8217;Oeste, Pirassununga, Amparo, Mauá, Mogi das Cruzes, Artur Nogueira, Jundiaí, Capivari, Votorantim, Porto Ferreira e São Pedro.</p>
<p>Já no componente de uso racional da água, foram habilitadas as cidades de Campinas e Santo André. E, em reúso, participarão da etapa de seleção os municípios de Rifaina, Santo André, São Paulo, Sorocaba e Votorantim.</p>
<p>Em ações de esgotamento sanitário, os municípios habilitados foram Sarapuí, Itapecerica da Serra, Ibiúna, Conchas, Rio Grande da Serra, Iperó, Piedade, Araçariguama, Serra Negra, Anhembi, Alumínio, Francisco Morato, Boituva, São Paulo, Jaboticabal, Santa Bárbara d&#8217;Oeste, São Bernardo do Campo, Caieiras, Leme, Indaiatuba, Jarinu, Porto Feliz, Votorantim, Artur Nogueira, Mairiporã, Tatuí, Cotia, São Pedro, Salto de Pirapora, Vargem Grande Paulista, Campinas, Jundiaí, Cordeirópolis, Americana, Franca, Águas de São Pedro, Águas de Lindóia, Pereiras, Valinhos, Capivari, Sorocaba, Mogi das Cruzes e Vinhedo.</p>
<p>Os recursos administrativos ou pedidos de esclarecimento poderão ser feitos à Comissão Julgadora até dia 8 de abril. O resultado final do programa REÁGUA sai em 29 de maio. As informações completas estão disponíveis em www.saneamento.sp.gov.br/reagua.</p>
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