Praia Grande – SP

No município de Praia Grande em São Paulo, a Hydrax realiza diversas obras para melhoria no abastecimento de toda a cidade e na qualidade da água para a população.
Em Praia Grande, a Hydrax já realizou as seguintes obras:
- 40km de substituição de redes por Mpetodo não Destrutivo – MND;
- Execução de obras de engenharia para [...]

Botucatu – SP

Sabesp – SP – 2009
Foram realizadas na cidade de Botucatu as seguintes obras:
- Corte e supressão
- Manutenção das redes, reparos nos vazamentos e reestabelecimento do abastecimento local, garantindo a estanqueidade das instalações feitas.
- Cadastramento de todos os serviços realizados .

Brasil precisa de R$ 27,7 bi para continuar a ter água.

10 dez

 

  • Demanda em grandes cidades já é maior que produção
  • Relatório da ANA aponta futuro incerto sem investimentos

 

Relatório da Agência Nacional de Águas (ANA) mostra que a demanda de água em regiões metropolitanas já é maior do que a produção atual do recurso. Serão necessários investimentos de R$ 27,7 bilhões para impedir um colapso no setor nos próximos 15 anos, quando as regiões metropolitanas estudadas terão um aumento de 25 milhões de habitantes. Esses R$ 27,7 bilhões, a título de comparação, representam um valor maior do que tudo o que o governo federal gastou neste ano de 2009 para conter os efeitos da crise financeira internacional. Os cortes de impostos em vários setores da economia custaram cerca de R$ 22 bilhões a R$ 23 bilhões para os cofres do Tesouro Nacional. O investimento necessário em produção, tratamento e fornecimento de águas é de R$ 12,024 bilhões, segundo a ANA. Para o tratamento de esgotos, a agência estima investimentos de R$ 15,699 bilhões. A soma desses dois valores resulta nos R$ 27,7 bilhões estimados pelo estudo –como pode ser comprovado no detalhamentos dos quadros apresentados ao final deste post. “As demandas urbanas atuais, em torno de 356 m3/s, são ligeiramente superiores à capacidade atual de produção de água (quase 352 m3/s), demonstrando que parte das unidades dos sistemas produtores opera em regime de sobrecarga ou de forma inadequada”, aponta o atlas sobre as regiões metropolitanas lançado pela ANA nesta quarta-feira (9.dez.2009). Para reverter o quadro no setor de águas e esgotos, a ANA sugere, além dos investimentos, a criação de um comitê gestor interministerial sobre o assunto. Abaixo, alguns dos pontos destacados pelo relatório, compilados pelo repórter Piero Locatelli: – As regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Campinas e do Rio de Janeiro requerem 46% do total de investimentos na região Sudeste. – A maioria das regiões metropolitanas apresenta algum grau de comprometimento da qualidade das águas dos mananciais. Porto Alegre (RS) é citada como exemplo pelo relatório. – Curitiba (PR), Goiânia (GO), Distrito Federal e Fortaleza (CE) necessitam de ações mais fortes de controle de poluição, pois buscam água em mananciais cada vez mais distantes da cidade. – A produção de água é concentrada no eixo Sul/Sudeste –dois terços dos sistemas produtores de água estão localizados nas duas regiões. – Belém (PA), Manaus (AM), Natal (RN) e Maceió (AL) têm diminuído sua capacidade de captar água subterrânea. Por isso, devem aumentar o aproveitamento de mananciais superficiais e ampliar os sistemas já existentes.

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Fonte: UOL NOTÍCIAS. BLOG